quarta-feira, 1 de junho de 2011


2º Semana – 28 de Março a 01 de Abril
Na 2ª semana de estágio realizei actividades algo distintas das retratadas na 1ª semana de estágio. Uma das actividades desenvolvidas foi:


 
A Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano


A USP efectua periodicamente análises à água para consumo humano distribuída pela entidade gestora do sistema público, neste caso a Câmara Municipal do Seixal (CMS), controlando assim o possível aparecimento de factores de risco existentes ou potenciais e protegendo a saúde das populações.
De forma a conhecer a qualidade da água destinada ao consumo humano é efectuada a vigilância sanitária de diferentes sistemas de abastecimento público de água, posteriormente, e caso se verifique algum incumprimento relativo aos parâmetros definidos pelo Decreto-Lei n.º 306/2007, de 27 de Agosto, procede-se à comunicação à entidade gestora, a CMS, para que esta possa tomar as medidas correctivas adequadas.
A vigilância sanitária dos diferentes sistemas de abastecimento público de água, é feita através da realização das seguintes análises:
*        Análises de Campo (AC) - Determinam os valores de desinfectante residual e de pH;
*        Análises Microbiológicas (AM) - Determinam os parâmetros microbiológicos estipulados de acordo com o DL n.º 306/2007, de 27 de Agosto;
*        Análises Físico-químicas Complementares (AFQC) - Determinação os parâmetros físico-químicos Cloritos e Cloratos (sub-produtos resultantes da desinfecção com Dióxido de Cloro) e Fluoretos;
*        Análises Físico-químicas Rotina (AFQR) - Determinação o parâmetro Condutividade num ponto do Sistema da Torre da Marinha (utilização da água da rede ou de furo próprio existente no local).
Na presente semana efectuei em pontos de colheita de água específicos AC’s e AM’s.
No Concelho do Seixal existem sete sistemas de abastecimento público de água:
*        Belverde;
*        Casal do Marco;
*        Casal do Sapo;
*        Cruz de Pau;
*        Ponta dos Corvos (sob vigilância sanitária apenas durante a época balnear);
*        Santa Marta;
*        Torre da Marinha;

E cada sistema de abastecimento abrange áreas geográficas distintas e populações distintas.

Análises de Campo
Para se proceder a um AC utiliza-se um aparelho denominado Fotómetro (Figura 1). Este aparelho permite avaliar vários parâmetros, como o teor de cloro e o pH.

Figura 1. Fotómetro, recipientes e reagentes

Quando chegamos ao ponto onde a colheita vai ser realizada, abrimos a torneira e deixamos correr água por um período de 1 a 2 minutos, em seguida enchemos com água três recipientes de 10ml, que fazem parte do equipamento do Fotómetro. Um dos recipientes, é o recipiente de controlo, que permite calibrar o Fotómetro. Nos restantes recipientes são colocados, em separado reagentes, um para a determinação do teor de cloro na rede, e outro para a determinação do pH, posteriormente estes recipientes são colocados no Fotómetro. Este equipamento fornece-nos os valores dos parâmetros acima referidos, para que em seguida se proceda ao seu registo.

Análises Microbiológicas
Ao chegarmos ao local da colheita de água, para realizarmos uma AM utilizamos um Flamejador (Figura 2), para esterilizar a torneira. O flamejador, liberta uma chama, o que permite eliminar alguns microrganismos que se possam encontram ao longo da torneira. Em seguida enchemos um recipiente com 500ml com água, colocamos na mala térmica, que deve conter no seu interior um temoacumuladores, para posteriormente ser analisada em laboratório.´

Figura 2. Flamejador

Os parâmetros microbiológicos a ter em conta na análise efectuada em laboratório, segundo o DL n.º 306/2007, de 27 de Agosto são:
*        Bactérias Coliformes;
*        Enterococos;
*        E. coli;
*        Contagem de esporos de sulfito-redutores.

 
A água destinada ao consumo humano deve respeitar os valores paramétricos dos parâmetros presentes no Decreto-Lei n.º 306/2007, de 27 de Agosto. Ao realizarmos as AC’s acima referidas, podemos contactar que o Cloro Residual Livre se encontra praticamente em todos os pontos de colheita, a baixo daquilo que é exigido por Lei (0,2 mg/L a 0,6 mg/L).
Segundo algumas pesquisas já efectuadas, aparentemente não existe nenhuma explicação óbvia para que tal fenómeno ocorra, no entanto existem algumas hipóteses, sendo a mais provável a quantidade de Cloro injectado na rede de distribuição ser abaixo dos níveis exigidos por Lei.

Os documentos que serviram de suporte para a realização da Avaliação das Condições de Segurança, Higiene e Saúde foram:
*    Decreto-Lei n.º 306/2007, de 27 de Agosto, do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional - Estabelece o regime da qualidade da água destinada ao consumo humano.

Esta semana tivemos também contacto com o Sistema de Informação em Vigilância da Qualidade da Água em Portugal:

SisAGUA
O SisAGUA é um Sistema de Monitorização e Vigilância Sanitária das Águas, criado pela DGS e desenvolvido no âmbito do SISA (Sistema de Informação em Saúde Ambiental), tendo como objectivo a gestão da informação da monitorização da qualidade da água de consumo, águas balneares e águas minerais de nascente.
Actualmente, a USP “HIGÉIA” - pólo do Seixal, apenas regista neste sistema de informação, dados relativos às AC’s

Outra actividade a retratar nesta semana são as:

 
Consultas para Licenciamento de Estabelecimentos

As consultas de licenciamento, servem essencialmente para o requerente retirar dúvidas com as TSA acerca do licenciamento de estabelecimentos. Habitualmente os requerentes, levam os projectos do estabelecimento para uma melhor compreensão por parte das Técnicas, e nestas consultas são então explicados todos os requisitos a ter em conta num processo de licenciamento.
Penso que estas consultas são essenciais para o processo de licenciamento, pois, com o esclarecimento das diversas questões, é possível simplificar o acesso ao licenciamento do estabelecimento.
Esta semana de estágio tivemos contacto com mais algumas actividades a desenvolver num USP, permitindo-nos estar cada vez mais próximos e familiarizados com aquilo que será o nosso futuro profissional.

domingo, 22 de maio de 2011


1ª Semana – 21 de Março a 25 de Março

O Estágio de Aprendizagem IV terá a duração de três meses e meio, e irá realizar-se no Centro de Saúde de Corroios – Extensão de Saúde Moinho de Maré, mais precisamente no Serviço de Saúde Pública. O estágio será feito em conjunto com a minha colega Magda Caeiro e teremos como tutora a Técnica de Saúde Ambiental (TSA), Célia Maia, onde desde já agradeço toda a atenção prestada.
Na presente semana, foram realizadas várias actividades. A primeira actividade que nos foi proposta, passou pela:



 Actualização da Base de Dados da Vigilância Sanitária de Piscinas


Esta base de dados tem como principal objectivo, a introdução de todos os parâmetros analisados na vigilância de piscinas, os parâmetros microbiológicos, físico-químicos, a temperatura, o cloro e o pH, referindo se a água da mesma é própria ou imprópria. Esta tarefa permitir-nos-á posteriormente a retirada de dados para a elaboração do Relatório de Vigilância Sanitária das Piscinas de Utilização Colectiva, referentes ao ano de 2010.

Na mesma semana foi pedida à USP uma:

                                                  
Vistoria a um Recinto Itinerante – Circo

São Recintos Itinerantes os que possuem área delimitada, coberta ou não, onde sejam instalados equipamentos de diversão com características amovíveis e que, pelos seus aspectos de construção, podem fazer-se deslocar e instalar, nomeadamente Circos Ambulantes.
A Câmara Municipal do Seixal (CMS) solicitou a presença da USP, na realização da vistoria a um circo, para emissão da licença de instalação e funcionamento. Este tipo de vistoria é, realizada em conjunto com a CMS, os Bombeiros Voluntários do Seixal, a Direcção Geral de Veterinária, e a Protecção Civil.
A presença da USP no local, tem como finalidade, verificar a proveniência da água utilizada para consumo humano, avaliar das condições Higiene das instalações sanitárias e avaliar as condições de Higiene e Segurança Alimentar do bar e das instalações de venda de pipocas e algodão doce.


            
A última actividade desenvolvida na presente semana, foi:
O documento que serviu de suporte para a realização da vistoria foi:
*        Decreto-Lei n.º 309/2002, de 16 de Dezembro, do Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente – Regula a instalação e funcionamento dos recintos de espectáculos e divertimentos públicos.



Avaliação das Condições de Segurança, Higiene e Saúde dos Estabelecimentos de Educação e Ensino

Esta avaliação foi realizada numa Escola Básica de 2º e 3º Ciclo, em conjunto com a Técnica Célia Maia. Este tipo de avaliação tem como ferramenta um Formulário elaborado pela Direcção Geral de Saúde (DGS). O Formulário está dividido em vários grupos:
Grupo I – Identificação do Estabelecimento de Educação e Ensino
Grupo II – Caracterização Geral
Grupo III – Segurança
            Grupo III A – Meio Envolvente Próximo (até 200m)
            Grupo III B – Recinto Escolar e Espaço de Jogo e Recreio
            Grupo III C – Edifício Escolar
            Grupo III D – Zona (s) de Alimentação Colectiva
Grupo IV – Higiene e Saúde
            Grupo IV A – Meio Envolvente Próximo (até 200m)
            Grupo IV B – Recinto Escolar e Espaço de Jogo e Recreio
            Grupo IV C – Edifício Escolar
            Grupo IV D – Zona (s) de Alimentação Colectiva
Havendo uma classificação para os vários pontos abordados no Formulário, que passam por:
A – A situação não se verifica
B – A situação verifica-se com média gravidade
C – A situação verifica-se com elevada gravidade
NA – A situação não se aplica ou não existe


O Formulário tem como base facilitar e tornar mais precisa a avaliação feita às escolas, no entanto, apresenta algumas condicionantes.
O Formulário é bastante extenso, não sendo específico para um tipo de ensino, acabando desta forma por abordar pontos que nem sempre se aplicam ao tipo de escola que estamos a avaliar. Outra das condicionantes, que encontro, é relativa à zona de alimentação colectiva, pois, penso que não aborda muitos itens a ter em conta nesta zona. A última condicionante a apontar, sendo para mim a mais importante, é referente ao tipo de classificação, pois tem sido frequente baralhar o “NA” com o “A”, ou seja o “não se aplica ou não existe” com o “não se verifica”.
Na visita à escola procedemos ao preenchimento do Formulário, primeiramente colocando algumas questões à professora responsável e seguidamente, em conjunto com a professora efectuamos uma visita à escola de forma a verificarmos mais detalhadamente todos os pontos abordados no formulário.
 
De uma forma geral, a escola apresentava boas Condições de Segurança, Higiene e Saúde, tendo-nos sido também informado que a mesma estava a preparar um simulacro, colocando assim em prática o plano de segurança e emergência existentes na escola.
Os documentos que serviram de suporte para a realização da Avaliação das Condições de Segurança, Higiene e Saúde foram:

*        Decreto-Lei n.º 163/2006, de 8 de Agosto, do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social – Tem por objectivo a definição das condições de acessibilidade a satisfazer no projecto e na construção de espaços públicos, equipamentos colectivos e edifícios públicos e habitacionais.
*       Decreto-Lei n.º 220/2008, de 12 de Novembro, do Ministério da Administração Interna – Estabelece o regime jurídico da segurança contra incêndios em edifícios, abreviadamente por SCIE.
*       Portaria nº 1532/2008, de 29 de Dezembro, do Ministério da Administração Interna - Aprova o Regulamento Técnico de Segurança contra Incêndio em Edifícios (SCIE).
*        Decreto-Lei n.º 113/2006, de 12 de Junho, do Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas - Estabelece as regras de execução, na ordem jurídica nacional, dos Regulamentos (CE) nº 852/2004 e 853/2004, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 29 de Abril, relativos à higiene dos géneros alimentícios e à higiene dos géneros alimentícios de origem animal, respectivamente.
A primeira semana de estágio mostrou-se ser uma semana cheia de actividades, tornando-se não só importante para o meu desenvolvimento como estagiária, como permitindo estabelecer o primeiro contacto com todo o trabalho desenvolvido nas USP.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Centro de Saúde de Corroios – Extensão de Saúde Moinho de Maré

O Centro de Saúde de Corroios – Extensão Moinho da Maré faz parte do pólo Seixal da Unidade de Saúde Pública “HIGÉIA” (USP HIGÉIA) do ACES Península de Setúbal II.
A área demográfica de influência do ACES é alvo de intervenção da USP Higéia, correspondendo ao Concelho do Seixal e concelho de Sesimbra uma área de 298,58 Km2 e população de cerca de 222.250 habitantes.
O Centro de Saúde de Corroios – Moinho da Maré localiza-se especificamente na Quinta do Brasileiro, Miratejo.


Centro de Saúde de Corroios – Extensão de Saúde Moinho de Maré



Entrada principal do Centro de Saúde de Corroios – Extensão de Saúde Moinho de Maré




A Unidade de Saúde Pública do ACES Península de Setúbal II, designada USP “HIGÉIA”, é uma unidade funcional integrada no ACES, com autonomia organizativa e técnica, e actua em intercooperação com as demais unidades funcionais e Conselho Clínico, garantido a necessária articulação interinstitucional e intersectorial.





A gestão, estrutura e funcionamento da USP “HIGÉIA” rege-se pelo presente regulamento interno, em respeito e consonância com o disposto no Decreto-lei n.º 28/2008 de 22 de Fevereiro, no disposto no Decreto-lei n.º 81/2009 e, no que lhe é aplicável, pelo Decreto-lei n.º 82/2009, ambos publicados a 2 de Abril.
A USP tem como missão através da utilização de todos os recursos ao seu alcance, incluindo os serviços de saúde do ACES e os da comunidade obter ganhos em saúde, com o fim de elevar o nível de nível de saúde da população, proteger e promover a investigação e vigilância epidemiológica, o planeamento em saúde, a avaliação do impacto das intervenções na saúde da comunidade, a autoridade de saúde e outros instrumentos técnico-científicos da área da saúde pública, posicionando-se como elemento catalisador de parcerias e estratégias intersectoriais.
À USP “HIGÉIA”, funcionando como observatório de saúde da área geodemográfica do ACES Península de Setúbal II compete-lhe designadamente:
a)      Elaborar informação e planos em domínios da saúde pública;
b)     Proceder à vigilância epidemiológica;
c)      Gerir programas de intervenção no âmbito da prevenção, promoção e protecção da saúde da população em geral ou de grupos específicos;
d)     Colaborar, de acordo com a legislação respectiva, no exercício das funções de autoridade de saúde;
e)      Vigiar o nível sanitário dos aglomerados populacionais, dos serviços, estabelecimentos e locais de utilização pública e propor as medidas correctivas necessárias à defesa da saúde pública;
f)       Colaborar, dentro da sua área de competência, com os municípios do seu âmbito geográfico, em actividades conjuntas, definidas em protocolo;
g)      Assegurar a funcionalidade do sistema e circuitos de informação, acedendo à informação armazenada nos sistemas integrados de informação em saúde, existentes no SNS em particular os relevantes para o ACES Península de Setúbal II;
h)     Assegurar a cooperação e articulação com outras instituições relevantes para a saúde, públicas ou privadas, com partilha e divulgação de informação e conhecimento facilitador da intervenção multissectorial, definidas em protocolo, quando adequado;
i)        Promover a articulação com as outras unidades funcionais do ACES Península de Setúbal II.
As secções básicas da USP “HIGÉIA” são as seguintes:
a)      Secção Observatório de Saúde que integra a função Monitorização da Saúde e a função Vigilância Epidemiológica
b)     Secção Intervenção em Saúde que integra as funções de Planeamento e Gestão de Programas e Projectos e a Intervenção Local em Saúde Pública.
Na USP do Seixal, iremos participar/intervir em inúmeras áreas, áreas essas que passam por:
*        Aconselhamento técnico e Informação – Atendimentos em qualquer área de saúde ambiental;
*        Colaboração na Formação a dinamizar aos outros o Projecto Educação para a Prevenção e o Projecto MUNSI - Elaboração de sessões de educação para a saúde para alunos das EB1;
*        Colaboração na formação dos profissionais do Serviço - Resíduos Hospitalares elaboração de informação;
*        Avaliação e vigilância do ambiente nos locais de trabalho, no que se refere à higiene e à segurança dos mesmos – Segurança Ocupacional (Acidentes em Serviço);
*        Avaliação e vigilância das condições de higiene, saúde e segurança na escola -
§  Avaliação das condições de HSS
§  Introdução de dados na plataforma da DGS
§  Relatórios da avaliação;
*        Promoção da Qualidade da água:
Consumo humano
§   Medições e Colheitas
§   Análise de resultados e comunicação de incumprimentos
§   SisÁgua
§   Avaliação das captações de água do sistema público de abastecimento
Piscinas
§   Medições e Colheitas
§   Análise de resultados e comunicação de resultados
§   Vistorias Técnicas
§   Avaliação da qualidade da água
Zonas balneares;
*        Gestão sanitária de resíduos;
*        Licenciamento de estabelecimentos - Restauração e bebidas, apoio social, unidades privadas de saúde, parques de campismo, etc.
§  Apreciação de projectos e Vistorias;
*        Acções de Fiscalização de estabelecimentos - Consultórios e Clínicas Dentárias
§  Vigilância Sanitária;
*        Actuação em Casos (queixas) de insalubridade – Vistorias;
*        Promoção da Higiene dos géneros alimentícios
§   Questionário para aferição de conhecimentos
§   Análise de Pontos Críticos de Controlo (PCC)
§   Higiene, tempo e temperatura;
*        Controlo de infecção.


 Parte da informação acima descrita foi retirada do Regulamento Interno da Unidade de Saúde Pública HIGÉIA – ACES Península de Setúbal II – Seixal Sesimbra












quarta-feira, 18 de maio de 2011


O Concelho do Seixal
O município do Seixal, tem 94 km2 de superfície, e é composto por seis freguesias:

*        Aldeia de Paio Pires;
*        Amora;
*        Arrentela;
*        Corroios,
*        Fernão Ferro;
*        Seixal;




Situa-se na Península de Setúbal e pertence à Área Metropolitana de Lisboa (AML) – Sul. Está muito próximo de Lisboa, cidade a que se está facilmente ligado por auto-estrada, por via fluvial e por via ferroviária. Graças à sua localização central, mantém relações privilegiadas com a maioria dos concelhos da margem sul do Tejo.
O concelho do Seixal, segundo os Censos de 2001, apresenta actualmente mais de 150 mil habitantes, factor que o transforma no segundo concelho com mais população na Península de Setúbal e o décimo segundo a nível nacional.
O principal recurso natural do concelho é a Baia do Seixal, criada a partir da reentrância de um braço do Rio Tejo que une, através da presença do elemento água, as freguesias de Seixal, Arrentela, Amora e Corroios e cuja área ocupa a quase totalidade dos 8% de Reserva Ecológica Nacional (REN) que o mesmo possui. Este recurso, representa um potencial que hoje se assume muito mais amplo e diversificado, contribuindo para o equilíbrio do ambiente urbano, bem como para a melhoria da qualidade de vida das populações.

terça-feira, 29 de março de 2011

Nova aventura…

Olá a todos de novo!
Á semelhança do que aconteceu no estágio de aprendizagem III este blogue será como um portefólio digital de estágio. Nele serão descritas todas as actividades relativas ao Estágio de Aprendizagem IV, que decorrerá de 21 de Março de 2011 a 08 de Julho de 2011, na Unidade de Saúde Pública (USP) do ACES Península de Setúbal II – Seixal/Sesimbra, nomeadamente no Centro de Saúde de Corroios – Extensão de Saúde de Moinho de Maré.
Espero que continuem a gostar acompanhar mais um pouco do que é o dia-a-dia de um Técnico de Saúde Ambiental, neste caso em Unidades de Saúde Pública.
Até breve.